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sábado, 1 de dezembro de 2012

Evita

It wont be easy
You'll think it's strange
When I try to explain how I feel
That I still need your love
after all that I've done

You wont belive me
All you will see is the girl you once knew
Although she's dressed up to night
And 6s and 7s with you

I had to let it happend
I had to change
Couldnt stay all my life down that hill

Looking out of the window
staying out of the sun
So I choose freedom
Running around trying everything new

But nothing impressed me at all
I never expected it to.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Declaração de Amor Escorpianina

Vamos ter um filho? 
Vamos escolher o nome dele? 
Deixa eu te alegrar quando você estiver triste? 
Te ninar quando você estiver cansada? 


Vamos foder o dia inteiro? 

Deixa eu te fazer uma massagem com creme? 
Vamos aprender a tocar piano juntos? 

Vamos foder o dia inteiro? 

Deixa eu ajoelhar Glorinha e beijar tua mão? 

Vamos ser tão felizes que fiquemos calmos? 
Tão calmos que fiquemos fortes? 
Tão fortes que possamos ajudar todos os amigos que precisarem? 

Vamos foder o dia inteiro? 

Vamos aceitar tudo o que o outro é? 
Defender tudo o que o outro é? 
Amar tudo o que o outro é? 

Vamos foder o dia inteiro?

sábado, 3 de novembro de 2012

Mecanismos de Neuroses

Toda vez que falta luz;
Toda vez que algo nos falta...

O invisível nos salta aos olhos.

E o invisível, o irreal não serve pra nada!


Sobre coisas que eu recebo por saber escolher minhas afinidades... Texto da Julhinha

"...Chegará o dia em que poderei dizer, que nada foi em vão. Que você veio, para nos ensinar o que era o amor incondicional. Que não importa a quantidade de vezes que te derrubaram, você sempre encontrou o caminho de volta ao topo.

Chegará o dia em que, não mais odiarei aqueles que te fizeram mal. Aqueles que te fizeram chorar, sofrer. E sim, lembrarei deles pelas vezes que te fizeram sorrir. Chegará o dia em que saberei, que soberanamente você venceu todas as adversidades da vida e que o fez com a maestria dos mais experientes.

Quem sabe um dia, poderei perdoar aquilo que levou você daqui. Que encurtou nossos encontros e que me privou de uma pessoa iluminada.

Quem sabe um dia, saberei o que você sentiu quando a vida começou a fazer sentido. Quem sabe um dia, poderei dimensionar tudo o que você sofreu.

Quem sabe um dia, conseguirei aprender com suas conquistas. Quem sabe, conseguirei me tornar uma pessoa melhor, por ter dividido com você, minha inocência. Talvez, um dia entenda realmente, o porque você se foi.

Quem sabe, um dia talvez, consiga viver o que você viveu, amar como você amou, esquecer como você esqueceu e libertar-me como você se libertou.
Até lá, gostaria de pensar que estarás sempre comigo, guiando meu caminho e brilhando sempre que eu estiver na escuridão.

Espero um dia, poder te dizer de novo, que te amo. Que te admiro. Que a vida aqui não é a mesma sem você. A vida seguia tranquila, enquanto sabia que você estava por perto. Quem sabe um dia, o universo fará sentido novamente. Quem sabe um dia, entenderei verdadeiramente, porque a sua trajetória acabou. Espero que, de onde estejas, sintas e saibas o que sinto por você. Quem sabe um dia, te encontro novamente e poderemos terminar a história que mudou a minha vida e que repentinamente se acabou"

domingo, 15 de julho de 2012

Recém Chegados

Uma amiga iluminada volta e meia nos relembra de que faz muito pouco tempo que abandonamos o tacape, a caverna, a sobrevivência baseada na força bruta para domínio de território, alimento, prole e parceiro.

Que ainda com muita facilidade rosnamos para defender a própria existência. Instinto amigdaliano, que se apresenta antes de passar pela razão. Obviamente em várias situações ele está adequado e nos protege de fato.

Mas passo a passo talvez, com atenção e cuidado, seja possível escolher entre reforçar, erguer ou baixar a guarda. Como tudo que vai contra a natureza humana, processo que exige vigilância constante.

Experimente contar para um conhecido menos "trabalhado" sobre um projeto seu. 95% das vezes a primeira reação é a refuta, a crítica, a tentativa de impor superioridade hierárquica. Projetos, idéias e mudanças são ainda vistos como ameaça ao status quo; e, portanto ameaçadoras. 

Lembro disso sempre que ouço a música "O Mundo" do Capital Inicial, pense em iniciar um projeto inovador e sinta esta metáfora:

"Tire agora os sapatos 
  Jogue tudo pro alto,
  Sinta o chão.
 Aprender a andar descalço 
 Num mundo de asfalto e sem coração
 Até que o mundo gire ao seu redor."

sábado, 14 de julho de 2012

Serviço Univias


Por duas ocasiões precisei da ajuda do serviço oferecido pela empresa UNIVIAS no pedágio da estrada RS104. Na primeira ocasião, vários anos atrás, fui informada pelo telefone de que meu carro havia estragado em uma específica parte da estrada sem cobertura pelo atendimento. Ontem à noite precisei de auxílio pela segunda vez por um pneu furado. Recebi então a informação de que um funcionário iria até o local para realizar a sinalização, mas que entre as funções dele não estava incluída a troca do  pneu. De fato o funcionário ficou parado olhado enquanto eu e três amigas tentávamos descobrir como resolver o problema sozinhas. Situação completamente revoltante por si só, muito pior quando somada ao fato de que eu havia pago R$15,00 de pedágio e claro, IPVA. O funcionário depois me comentou que a orientação que ele recebera da empresa para este tipo de situação era de que a prestação do auxílio é opcional. Como diria José Simão: Buemba, buemba.

Steve Jobs

- Are you a nerd or a hippie?

I'm clearly a hippie. All the people I work with were clearly in that category too.
Ask yourself, what is a hippie. There's something beyond of what we see everyday. There"s something beyond going on in human life that is not just a job, a family, two cars in the garage and a career. There's something on the other side of the coin that we don't talk about much and that we experience when there's gaps. When everything in not order in perfect, when there is kind of  a gap. You experience this inrush of something. And a lot of people through out history have set of to find out what that was. And that's the same the same thing that inspires people to be poets instead of bankers. And I think that that's a wonderful thing. And I think that this same spirit can be put into products. You don't hear people loving product very often. So I don't think that the best people that I've worked with have worked with computers for the sake of working with computers. They used computers because they were the means that were best capable of transmitting some felling that you have, that you wanna share with other people.

Uma consulta inspirada

Se você se largar é fácil ficar gorda, escabelada e louca.

O ser humano é um animal com tendência a angústias e tristeza.

Se você não definir um propósito para a vida, o vazio toma conta.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A vida que vai a deriva... =]


Aqui nessa casa
Ninguém quer a sua boa educação
Nos dias que tem comida
Comemos comida com a mão
E quando a polícia, a doença, a distância, ou alguma discussão
Nos separam de um irmão
Sentimos que nunca acaba
De caber mais dor no coração
Mas não choramos à toa
Não choramos à toa
Aqui nessa tribo
Ninguém quer a sua catequização
Falamos a sua língua,
Mas não entendemos o seu sermão
Nós rimos alto, bebemos e falamos palavrão
Mas não sorrimos à toa
Não sorrimos à toa
Aqui nesse barco
Ninguém quer a sua orientação
Não temos perspectivas
Mas o vento nos dá a direção
A vida que vai à deriva
É a nossa condução
Mas não seguimos à toa
Não seguimos à toa

sábado, 7 de julho de 2012

AI O AMOR....


Eu decorei suas fraquezas, acalmei seus pesadelos.

Conheço histórias de sua infância, dores e repulsas.

Sou sua caixa-preta, sua cópia de segurança, seu diário, seu esconderijo na parede.

Poderia imitar sua caligrafia, poderia escrever sua biografia, listar o material escolar da 5ª série, recordá-la da capa de bichinhos coloridos da cartilha Alegria de Saber.

Você não escondeu nenhuma resposta de minhas perguntas. Nenhuma gaveta para a minha curiosidade.

Nunca se revelou tanto para outra pessoa. Expôs quem odiava no Ensino Médio, quem amava, quais as gafes e as covardias que experimentou na escola.

Confidenciou aquilo que seu pai gritou e que magoou fundo, aquilo que sua mãe omitiu e feriu fundo.

Não tem anticorpos contra mim. Baixou as armas, depôs a mínima resistência.

Se você me escolheu para confiar, devo ter o dobro de tato para falar contigo, o triplo de responsabilidade. Qualquer um conta com o direito de falhar, qualquer um desfruta da possibilidade de errar, menos eu. Sou o que realmente estudou seuspontos fracos e o lugar de suas veias.

Perdi a desculpa do acidente, a vantagem do lapso.

Sou o mais perigoso, portanto tenho a obrigação de defendê-la de mim. Tudo o que ouvi a seu respeito não posso empregar para agredi-la. Cada desabafo que me confiou não serve para nada, a não ser para amá-la.

Não tem finalidade doméstica, nem serventia para fofoca, é uma amnésia alegre: escuto, sorrio e consolo.

Não ouso soprar verdades sem sua permissão. São arquivos protegidos.

Quem ama mergulha em hipnose regressiva, firmamos um código de quietude e cumplicidade, de zelo e compromisso.

Intimidade é um conteúdo perigoso, tóxico, explosivo. Há os casais que esquecem que estão levando a valiosa carga e transformam a catarse em tortura psicológica, em chantagem emocional, em sequestro moral.

Suas confidências morrem comigo ou eu vou morrer nelas. Não podem retornar numa briga. Que eu morda a língua, queime a boca, mas não use jamais seus segredos. Aquilo que você me disse não é para ser devolvido. Todo segredo é um sino sem pêndulo.

Não importa o que faça ou as razões da raiva, é covardia distorcer suas lembranças.

Não posso rifar seus problemas, nem propor leilão dos seus medos.

Minha namorada, minha noiva, minha mulher, meu amor.

Eu prometo cercar seu silêncio com meu silêncio.

Não nasci para julgá-la, mas para me julgar e, assim, merecê-la.




Publicado no jornal Zero Hora
Coluna semanal, p. 12/06/2012
Porto Alegre (RS), Edição N° 1798

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Nietzsche

Estar consciênte não se opõe modo decisivo ao que é instintivo. O pensamento é secretamente guiado e colocado em certas trilhas pelos instintos. Por trás de toda lógica e de sua aparente soberania de movimento existem valorações, exigências filosóficas para a preservação de uma determinada espécie de vida.

Em medida que um juízo promove ou conserva a vida, ou até mesmo cultiva a espécie; nossa inclinação é afirmar que estes juízos, mesmo os mais falsos nos são os mais indispensáveis. Reconhecer a inverdade como condição de vida: isto significa enfrentar de maneira perigosa os habituais sentimentos de valor; e uma filosofia que se atreve a fezê-lo se coloca além do bem e do mal.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mais uma da Natália Kléin

Funciona mais ou menos assim. Você tem algo a dizer, então cria um espaço para se expressar. Se o seu discurso for pertinente, em algum momento, alguém vai ler. Se tiver algum mérito no que você publicou, alguém vai voltar, trazendo mais alguém. E assim por diante.
Criar um blog não é um processo complicado. Tanto que houve uma época em que todo mundo tinha o seu - mais ou menos como na época do Tamagotchi. Eu mesma tive alguns. Blogs e Tamagotchis. Os Tamagotchis, eu matei todos. Uma coisa impressionante. Eu era a genocida dos bichinhos eletrônicos japoneses. Eu era a Nataliazilla. A coisa era tão séria que foi ali mesmo que eu percebi que não tinha talento nenhum para ser mãe.
Já os meus blogs sobreviveram por mais tempo. Tive três. O primeiro era meu xodó cor-de-rosa e se chamava "As Aventuras de Charlote". Era uma fantasia em cima da vida real, que girava em torno da volta de alguém (sim, sempre envolve alguém), a quem eu chamava de Ulisses. Ainda volto com essa história. Especialmente agora que misturar fantasia e realidade tá superin. Costumo ser a precursora anônima de projetos bem sucedidos dos outros, mas deixo isso para outro post.
Meu segundo blog já não era mais cor-de-rosa. Eram textos obscuros e nada divertidos. Nunca divulguei e, felizmente, não ficou conhecido. Nem lembro o que fiz com ele. Acho que fechei. Ou ficou para o mundo, além do meu controle.
Então veio o Adorável Psicose. Comecei do mesmo jeito que comecei os outros e do mesmo modo que todo mundo começa o seu blog. As ferramentas estão disponíveis para todos, a internet é pura democracia. O que fazer com essa voz, aí sim não é para todos.
O problema dessa liberdade cibernética é que ela funciona como um microfone ao fim da palestra. De posse desse microfone, o público não apenas se vê no direito de acrescentar algo pertinente. Ele se sente no dever de falar absolutamente qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo. E não tem exemplo melhor do que o campo dos comentários. Não me levem a mal, sempre me orgulhei de dizer que os leitores desse blog costumam trazer boas contribuições. Aliás, eu conheço por nome alguns de vocês, que me visitam desde os primórdios de Adorável Psicose.
Mas com a chegada da série de TV, a coisa desandou. Alguns comentários que venho recebendo por aqui são a prova de que a liberdade de expressão jamais deveria ser dada aos que não têm nada para expressar. Porque na evidente falta de algo consistente para dizer, a opção mais fácil é atacar. O que, para mim, não faz sentido nenhum, porque ninguém é obrigado a ler esse blog. Aliás, para chegar até aqui, a pessoa precisa realizar o mínimo - porém relevante - esforço de digitar um endereço na barra do navegador. E dar enter.
E aí chegamos ao ponto crucial dessa questão. Algumas pessoas são capazes de usar as ferramentas da democracia virtual e, de fato, construir alguma coisa. Outras, no auge do desespero por um pouquinho de voz, grudam como carrapatos nas costas dos que realmente criam, chupam seu sangue e depois reclamam que estava muito ralo, muito amargo, muito doce.
A eles, eu lembro: liberdade de expressão é um privilégio, não uma desculpa para fazer do mundo sua lixeira particular. Quando sentir aquela vontade tecer um comentário, lembre-se de dar uma passadinha no banheiro antes. De repente, você já se resolve por lá.

terça-feira, 19 de junho de 2012

FIlmes Que Sempre Se Vê Mais Uma Vez - Não Necessariamente Nessa Ordem

Perfume de Mulher

Tropa de Elite

Uma Mente Brilhante

Matrix

Gênio Indomável

Duas Faces de Um Crime

Amigo Oculto

Sexto Sentido

A Vila

Dogville

Titanic

O Advogado do Diabo

Caçadores de Emoção

Click

Cidade dos Anjos

Dirty Dancing

A Vida é Bela

O Silêncio dos Inocentes

Lado a Lado

Em Seu Lugar

Efeito Borboleta

Sem Limites

Garota Interrompida

O Primeiro Mentiroso

Vanilla Sky

De Volta para o Futuro

Como Se Fosse a Primeira Vez

Don Juan de Marco

A Onda dos Sonhos (Blue Crush)

Um Amor de Tesouro

Lagoa Azul

Procurando Nemo

Seven

Sociedade dos Poetas Mortos

Outono em Paris

Eduard Mãos de Tesoura

Piratas do Caribe

Coraline

O Estranho Mundo de Jack

Alta Fidelidade

Alta Tensão

Os Miseráveis

Quebrando a Banca

Encontrando Forrester

O Juri

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sentidos

Long story short: sinto falta dos CDs de músicas originais.
Me dei conta a pouco tempo de que por algum motivo eu tinha me conformado em ligar o rádio e sintonizar a Jovem Pam, ou na Pop Rock, ou ligar a tv no multishow e era só isso.
O mundo da música por algum motivo se encolheu em mim, perdeu um pouco dos seus encantos... e música sempre foi uma fonte de inspiração e de meditação pra mim.
Só então me dei conta de quanto faz falta
Das caixinhas que sempre quebravam e dos deliciosos folhetos com fotos dos artistas e com as letras das músicas impressas.
A pirataria e a internet afetaram em muito meu contato com a música.

A vida é uma edição da revista Contigo

"Um clichê (do francês cliché), chavão ou lugar-comum é uma expressão idiomática que de tão utilizada e repetida, desgastou-se e perdeu o sentido ou se tornou algo que gera uma reação má em vez de dar o efeito esperado."

Clichês têm bagagens enormes de sabedoria
e como toda verdade se repetem em diferentes ângulos.
Quando devidamente explorados vibram sua mensagem verdadeira na boca do estômago.





The Girl With No Name - Adaptado de Greys Anatomy

When you are a kid you always want things to stay the same. The same teacher,same house, same friends. Being an adult is no different.

Its one of those things people say; you cant move on until you let go of the past. Letting go is the easy part. Its the moving on that is painful.

The girl was kidnapped when she was 6yrs old and was kept captive;
She was abused; it's all over the x-rays.
Her name is Holly Wheeler, it was all over the news, she was in the grocery store with her mom as somebody just took her. It was the summer of 2000. She was 6 years old at the time. Except they weren't in the super market they were out side. Her mom bumped into a friend and they started talking about the block party they were having that weekend. Could she bring a salad, did they have enough desert already. And that's how long it took for her to realize that her child wasn't there anymore.

Holly spent her last 12 yrs with little to no control over anything in her life. Our job is to break that pattern by letting her know that she and she alone is in control here. Whatever she wants, she gets, including you.

Scene - parents meeting they daughter for the first time:
- You are still my perfect baby girl. Holly, I know its soon but I would like to hug you. Would that be OK? (Comment - WTF!?!?!)

Scene - doctor showing a photo album to the patient.
- This is, I think, your first day at school. Your sixth birthday, looks like thats where the bunny came from.
- They really think that this would work? Give me some photo albums, a stuffed animal and we'd be normal again?
- No, I think they are just trying to help you remember because you were only six.
- Oh, well, tell them that I remember all of it. My first day at school and my sixth birthday. Just like I remember the first time he made me take my clothes off. And how hard he kicked me when I didnt act like I liked it. Or how he's breath smells like cigarettes, how I could have gotten away a bunch of times, but every time I made it outside I could hear his voice inside my head - that they didnt want me; that I was dead to them. And the only reason that I finally got away was just because he said he was gonna take another girl, because I was too old, and used up and disgusting now. Tell them that.

Parents talking to the hospital staff:

- Holly is on a fragile state. She will need all of us to obey by her wishes. Even if that means giving her space.
- She's brain washed by him.
- Possibly, but she still has feelings of blame and resentment that she has to process. Right now you are still strangers to her.

Doctor Talking about the girl:

- She is talking more in therapy. Although she's not talking to her parents yet. I mean she was kept 5 miles (8Km) away from their house; and they didnt find her. You dont just get over something like that.


Girl attempting to buy food at the cafeteria:

- She looks terrified. Why are you so mean? Would you just go buy her some soup?
- No, its not mean. Shes going home soon and her therapist says she has to learn how to do things for herself.

 So sometimes we fight it, trying to keep things the same. Things cant stay the same though. At some point you just have to let go. Move on. Because no matter how painful it is, its the only way we grow.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Ai o amor...


Colcha de Retalhos


           Você que já esteve no céu foi tudo divertido pra você. Chega a hora então de provar tudo o que existe. Tire agora os sapatos jogue tudo pro alto, sinta o chão. Aprender a andar descalço num mundo de asfalto e sem coração até que o mundo gire ao seu redor. Vão falar que você não é nada, vão falar que você não tem casa, vão falar que você não merece, que anda bebendo, que está perdido. E não importa o que você dissese, isso seria desmentido. Vão falar que você usa drogas e diz coisas sem sentido. Se eu for ligar pro o que é que vão falar não faço nada.

            Disparo contra o sol o sol, sou forte sou por acaso, minha metralhadora cheia de mágoas. Eu sou um cara cansado de correr na direção contrária, sem pódio de chegada ou beijo de namorada. Eu sou mais um cara. Mas se você achar que eu estou derrotado, saiba que ainda estão rolando os dados, pois o tempo, o tempo não pára. Dias sim, dias não eu vou sobrevivendo sem um arranhão. Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades.

                Shouldn't be so complicated, Just hold me and then; just hold me again. Can you help me, I'm bent. I'm so scared that I'll never get put back together. You're breaking me in and this is how we will end with you and me bent. If I couldn't sleep could you sleep, could you paint me better off? Could you sympathize with my needs? I know you think I need a lot. I started out clean but I'm jaded. Just phoning it in, just breaking the skin...

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A felicidade possível e a Auto-Retaliação rotineira

Acabei de assistir um show de uma querida amiga genial que criou uma música, onde entre tantas verdades, ela diz - toda história é pra valer.

Toda história é pra valer, todo o movimento é história. É fato, é escolha, fica escrito, passa a fazer parte de nós. Reluto ainda com a idéia de "viver" ativamente quando não me sinto 100%, ou pelo menos 70%. E essa frase já muito ouvida por outros ângulos teve um peso sobre o meu peito adorável.

Toda, toda história é pra valer. Não importa se você ficou em casa ou rolou escada abaixo em uma boate. É pra valer. Não existe botão de pause. A primeira vez é sempre a última chance, já diria Renato Russo. Ficar escondida em casa de baixo do edredon é história. Só porque não há testemunha este capítulo nunca deixará de fazer parte da minha vida. Do presente e do passado. E então, quando eu parar para olhar para trás e ver que um terço da minha vida vivi em pause, vai ser tão, mas tão patético.

Nós temos o que somos e fazemos o que podemos. Se isto não for o bastante para ser feliz, deixa de ser uma felicidade possível. Ontem a tarde enquanto trabalhava recebi tanto elogios entusiasmados sobre a minha performance que ao invés de me alegrar... a primeira coisa que me ocorreu é que aquele ambiente de trabalho já não era desafiador o suficiente para mim. Rs. Pensamento doido esse. No momento exato de evitar qualquer lampejo de felicidade. Receita perfeita para uma vida cinza e tensa.

Obrigada Bruna por me dizer de uma forma linda algo que já havia entendido há muito tempo, mas nunca tinha levado tão a sério.

Enjoy yoursel; its latter then you think!

domingo, 27 de maio de 2012

Conselhos

Substitua o medo de desconhecido por curiosidade. 

Simplicidade é a forma suprema de sofisticação.

Apenas as pessoas entediante ficam entediadas.

Uma pessoa que é gentil com você, mas não com o garçom não é uma boa pessoa. 

Fazer o que se gosta é liberdade. Gostar do que se faz é felicidade.

Às vezes eu finjo ser normal; mas logo fica chato e então volto a ser eu mesma.

Pessoas apaixonadas são pessoas apaixonantes.

Nada grandioso foi nem será alcançado ou construído sem paixão.

Ame quando você estiver pronto, não porque está sozinho.

As melhores coisas da vida não são boas coisas.

Diga mais sim do que não. 

Ler é sexy.

Arte é o melhor jeito de fizer foda-se para realidade.  

Ocupe-se com a vida. 

Inspiração existe, mas ela tem que encontrar você trabalhando. 

Toda coquista começa com uma decisão de tentar.

Nós temos um plano estratégico. Ele se chama "fazer as coisas".

Passe sua vida perto daqueles que te fazem feliz e não daqueles que você precisa impressionar. 

Talento é sorte. A única coisa que importa é coragem. 

Seja bom. E caso não consiga ser bom seja cuidadoso.

VAI LÁ E FAZ.

sábado, 5 de maio de 2012

Gramática


Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente,  cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva”.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Retweets atualizados

"Tenho total consciência de quando escolho ser infeliz.... E é quase compreensível. É muito mais fácil ser infeliz." Natália Kléin "

A liberdade nunca será concedida, ela sempre será uma conquista" (Simone de Beauvoir)

Quando todos estão pensando a mesma coisa é porque de fato, ninguém está pensando.

"Quem anda na ponta dos pés fica sem firmeza." Lao Tse

Saudade: quando o passado parece futuro. "

Ao falhar na preparação, você está se preparando para fracassar. " Benjamin Franklin

"Vc deve dar a seus filhos dinheiro suficiente para fazer algo, mas não o bastante para n fazer nada."

Para admirar, é necessário não entender tudo.

Good morning/afternoon/evening/night! Wherever you are in your day, I hope you're smiling. (A big goofy smile with lots of teeth.)

Somente segue seu caminho quem não pode inventá-lo.

"Ser razoável com gente estúpida é muito perigoso."Mário Puzo

He that humbleth himself wishes to be exalted


"Mais da metade do que sabemos dos outros é imaginação." Amos Oz 


"O futuro é feito com o mesmo material do presente" Simone Weil 


"Milhões de pessoas que sonham com a imortalidade não sabem sequer o que fazer numa tarde chuvosa de domingo." Susan Ertz

"Tato é a arte de marcar uma posição sem fazer um inimigo."

"Se você quer fazer inimigos, tente mudar alguma coisa. " 


O amor é movido a pilha


Confiar não é esperar o melhor, é suportar o pior do outro.


"A única coisa mais cara que a educação é a ignorância." Benjamin Franklin


" Por sabedoria entendo a arte de tornar a vida mais agradável e feliz possível" Arthur Schopenhauer

Para aprender a se defender do mundo, o filho deve se defender primeiro dos pais.


"Poucas atividades humanas são mais agradáveis que o ato de namorar." Vinícius de Moraes


The more you let yourself go, the less others let you go.


A Medicina sempre será muito melhor nos próximos anos, o que me dá um medo danado dela, agora.


"Vez ou outra encontrei um ser humano que quase me compreendeu. " 


"A armadilha do ódio é que ele nos prende muito intimamente ao adversário." Milan Kundera


Para o covarde, coragem é sempre irresponsabilidade

sexta-feira, 30 de março de 2012

O Nascimento do Prazer

O prazer nascendo dói tanto no peito que se prefere sentir a habituada dor ao insólito prazer. A alegria verdadeira não tem explicação possível, não tem a possibilidade de ser compreendida - e se parece com o início de uma perdição irrecuperável. Esse fundir-se total é insuportavelmente bom - como se a morte fosse o nosso bem maior e final, só que não é a morte, é a vida incomensurável que chega a se parecer com a grandeza da morte. Deve-se deixar inundar pela alegria aos poucos - pois é a vida nascendo. E quem não tiver força, que antes cubra cada nervo com uma película protetora, com uma película de morte para poder tolerar a vida. Essa película pode consistir em qualquer ato formal protetor, em qualquer silêncio ou em várias palavras sem sentido. Pois o prazer não é de se brincar com ele. Ele é nós.Clarice Linspector

sábado, 10 de março de 2012

Os descendentes - filme

" Meus amigos no continente pensam q só pq eu vivo no Havai eu estou no paraíso, como q em férias permanentes, tomando Maitais, dançando e pegando ondas.

Eles estão loucos??? Eles acham que aqui estamos imunes à vida?

Como eles podem pensar que nossas famílias erram menos, que nosso câncer é menos fatal e nossos corações partidos menos dolorosos?"

domingo, 8 de janeiro de 2012

Carta de pai para filha

"A FORÇA DOS NOSSOS PÉS.

"Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusao,dentro de mim,que poderia caminhar por ti.
Imaginei que colocaria teu pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.
Dessa maneira,tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais se cansaria da caminhada,nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar.
Isso seria eternamente minha responsabilidade.
...e foi assim durante um bom tempo,caminhei por ti,para ti.
De repente,o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa nao faria mais parte dos meus dias.
Teus pés cresceram e eu já nao conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus,daí quando eu menos esperava eles escorregaram e alcançaram o solo.
Hoje sou obrigado a ve-los trilhar caminhos, nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente,mas só raríssimas vezes consigo.
Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e em certos momentos teus passos sao tao largos que quase nao posso acompanhá-los.
Atulamente,assisto aos teus tropeços.
Sempre pronto para levantar-te das tuas quedas.
Por vezes,tu me estendes as tuas maos em busca de socorro,outras,mesmo estando estirado ao chao e ferido,insistes em levantar sozinha por puro orgulho ou para me provar que já és capaz de erguer-te após teus tombos e curar-te de tuas proprias feridas.
Assim vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para conduzi-la,pois era bem mis fácil suportar teu peso sobre meus pés,do que sobre meu coraçao.
No entanto,já consigo compreender como a vida é sábia.
Percebo,finalmente,que em algum momento tu precisaste mesmo desbravar teus caminhos independente de mim...
...como eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus. os dos teus filhos.
Nao,claro que nao é uma tarefa fácil,
mas se eu consegui,tu também conseguirás porque plantei
em teu coraçao o melhor e
mais poderoso aditivo para que
suportes tanto peso, O AMOR!"